Kalil e Pimentel protagonizam repressão atroz
Reprodução Facebook

Kalil e Pimentel protagonizam repressão atroz

A maneira como foi utilizada a força policial fez lembrar os ferozes anos da ditadura sob o governo de Francelino Pereira.

Sara Azevedo 23 abr 2018, 21:53

Há cerca de 39 anos, professoras primárias e secundárias de Belo Horizonte e do estado foram expulsas da praça da liberdade com bombas e jatos d’água. Vivíamos os duros anos da ditadura, sob o comando de Francelino Pereira.

Hoje, o prefeito Alexandre Kalil (PHS) junto ao governador do estado, Fernando Pimentel (PT), protagonizaram igual repressão às professoras da educação infantil, prendendo lideranças sindicais. A mesma Polícia Militar, sob o comando do governador Pimentel que aterroriza a população nos ônibus, confronta os movimentos sociais, prende lideranças, atuou hoje novamente para silenciar a luta das professoras.

Inadmissível atuação truculenta contra a luta daqueles que estão nas ruas por dignidade.

Pimentel, um governo petista, coordena essas ações truculentas, pisoteando em liberdades democráticas mínimas e atacando aqueles que lutam.

É urgente uma resposta. Uma rigorosa investigação e a exoneração daqueles que comandaram essa desastrosa ação.

 


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
O MES completa 20 anos. A edição n. 14-15 da Revista Movimento é dedicada por completo ao importante evento que marca duas décadas de nossa história. Apesar de jovens, podemos dizer que poucas organizações na história política da esquerda brasileira alcançaram essa marca com tamanho vigor. Longe de autoproclamação, desejamos transformar nossos êxitos em força social e militante para novos e amplos impulsos. Ainda não cumprimos uma maratona, mas nossa história sem dúvida deixou para trás a visão de curto prazo, que alguns adversários nos chegaram a prognosticar. Diante das muitas provas, vitórias e algumas derrotas, podemos celebrar e somar forças para enfrentar as tarefas imediatas: derrotar a tentação autoritária de Bolsonaro e avançar na construção de uma alternativa socialista.