Kalil e Pimentel protagonizam repressão atroz
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Kalil e Pimentel protagonizam repressão atroz

A maneira como foi utilizada a força policial fez lembrar os ferozes anos da ditadura sob o governo de Francelino Pereira.

Sara Azevedo 23 abr 2018, 21:53

Há cerca de 39 anos, professoras primárias e secundárias de Belo Horizonte e do estado foram expulsas da praça da liberdade com bombas e jatos d’água. Vivíamos os duros anos da ditadura, sob o comando de Francelino Pereira.

Hoje, o prefeito Alexandre Kalil (PHS) junto ao governador do estado, Fernando Pimentel (PT), protagonizaram igual repressão às professoras da educação infantil, prendendo lideranças sindicais. A mesma Polícia Militar, sob o comando do governador Pimentel que aterroriza a população nos ônibus, confronta os movimentos sociais, prende lideranças, atuou hoje novamente para silenciar a luta das professoras.

Inadmissível atuação truculenta contra a luta daqueles que estão nas ruas por dignidade.

Pimentel, um governo petista, coordena essas ações truculentas, pisoteando em liberdades democráticas mínimas e atacando aqueles que lutam.

É urgente uma resposta. Uma rigorosa investigação e a exoneração daqueles que comandaram essa desastrosa ação.

 


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.