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Podcast: Luciana Genro comenta sobre a colaboração criminosa entre Moro e Dallagnol

Ao misturar interesses políticos com operações jurídicas, Moro e Dallagnol prestaram um grande serviço ao crime do colarinho branco e ajudaram a enfraquecer a luta contra a corrupção.

Dallagnol e Moro. Reprodução
Dallagnol e Moro. Reprodução

Em seu segundo podcast, a deputada estadual Luciana Genro (PSOL-RS) comenta a respeito das mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil, que demonstram uma colaboração ilegal entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador federal Deltan Dallagnol no marco da Operação Lava Jato.

Para Luciana, ao misturar interesses políticos com operações jurídicas, Moro e Dallagnol prestaram um grande serviço ao crime do colarinho branco e ajudaram a enfraquecer a luta contra a corrupção.

Mesmo não tendo dúvida que o Lula estabeleceu relações promíscuas com as empreiteiras, o viés político da sua prisão, provado agora categoricamente pelo The Intercept, sempre foi evidente. Por isso, para Luciana Genro, esse episódio deveria levar à liberdade de Lula e à anulação do seu processo.

A Deputada encerra o podcast convocando a população para a Greve Geral do dia 14 de junho e para a luta em defesa da educação pública e contra os cortes do governo Bolsonaro no orçamento.

Clique aqui para ouvir o podcast no Spotify.

Publicado originalmente em lucianagenro.com.br.

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Neste mês de março, preparamos uma nova edição da Revista Movimento, dedicada especialmente para a reflexão e elaboração política sobre a luta das mulheres. Selecionamos um conjunto de materiais - artigos teóricos, textos políticos, documentos e uma especial entrevista - com o intuito de aprofundar o esforço consciente demonstrado por nossa organização nos últimos anos em avançar na compreensão sobre o tipo de feminismo que defendemos, bem como sobre o papel essencial e a importância estratégica que a luta feminista tem para a construção de um projeto anticapitalista. Um desafio exigido pela atual conjuntura, marcada pela ascensão de governos de extrema-direita no mundo, na qual o movimento feminista tem se apresentado como contraponto e trincheira de resistência fundamental. Por isso, esta edição pretende, antes de mais nada, auxiliar e fortalecer nossas intervenções feministas nesse momento, a começar por duas datas muito significativas que inauguram este mês: o 8 e o 14 de março, dia em que se completará um ano do brutal assassinato de nossa companheira Marielle Franco. Esperamos que seja proveitoso e sirva como instrumento para as nossas batalhas. Boa leitura!

Solzinho

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