Bolsonaro e Weintraub contra a educação: round 2
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Bolsonaro e Weintraub contra a educação: round 2

Será possível que vamos aceitar o desmonte e o obscurantismo desses caricatos representantes da idiotice de extrema direita?

Bernardo Corrêa 17 jul 2019, 12:10

O Antipresidente e seu Ministro da Deseducação lançam nova ofensiva contra as Universidades Públicas e sua pluralidade. Não bastasse os cortes que inviabilizam a infraestrutura de várias delas, anuncia um projeto refritado de FHC (autonomia financeira, derrotada pela greve de 1998) e uma perseguição a reitores e iniciativas que busquem tornar a universidade mais diversa. Que eles tentem, não há nenhuma surpresa, mas isso não tem nada a ver com a gente aceitar.

No primeiro round a Educação venceu. O ministro foi de guarda-chuva para passar vergonha na Internet, Bolsonaro chamou passeata dos terraplanistas para fechar o Congresso e o STF… Mas perdeu. Viu inclusive a deforma da previdência desidratar pela força das ruas, com os estudantes na primeira fila.

Agora o governo novamente nos coloca em xeque. Será possível que vamos aceitar o desmonte e o obscurantismo desses caricatos representantes da idiotice de extrema direita? Estão nos provocando a mostrar nossa armas, pois nossos livros eles não entendem, preferem um gemidão do zap.

Nossas armas pararam a ofensiva privatista de FHC sobre a educação e pararam na luta todas as tentativas de a acabar com a única forma de ascensão social dos pobres que é o conhecimento.

Estão nos chamando a um duelo entre o elitismo ignorante por natureza da burguesia brasileira e a inteligência e criatividade de quem não parou no tempo e nem reage à mudança e ao futuro.

Que lo venga el toro, pero que lo venga en forma de bife! VENCEREMOS.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
O MES completa 20 anos. A edição n. 14-15 da Revista Movimento é dedicada por completo ao importante evento que marca duas décadas de nossa história. Apesar de jovens, podemos dizer que poucas organizações na história política da esquerda brasileira alcançaram essa marca com tamanho vigor. Longe de autoproclamação, desejamos transformar nossos êxitos em força social e militante para novos e amplos impulsos. Ainda não cumprimos uma maratona, mas nossa história sem dúvida deixou para trás a visão de curto prazo, que alguns adversários nos chegaram a prognosticar. Diante das muitas provas, vitórias e algumas derrotas, podemos celebrar e somar forças para enfrentar as tarefas imediatas: derrotar a tentação autoritária de Bolsonaro e avançar na construção de uma alternativa socialista.