Manifestação no Hospital do Bonsucesso – Rio de Janeiro

Manifestação no Hospital do Bonsucesso – Rio de Janeiro

Manifestantes fizeram protesto no Rio exigindo do governo o cumprimento das orientações da OMS.

Zeneide Lima 9 maio 2020, 17:11

Hoje pela manhã na porta do Hospital Geral de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, manifestantes fizeram um protesto, respeitando o distanciamento necessário. A Rede Federal de Saúde do RJ resiste contra o desmonte do Ministério da Saúde. Aproveitando a visita do Ministro à cidade, exigiram do governo o cumprimento das orientações da OMS, principalmente a orientação ao isolamento horizontal, uma renda mínima para o povo conseguir sobreviver, mais leitos e EPIs para os profissionais da saúde e testes em massa, mas também os 15 mil respiradores prometidos pelo ministro da saúde, Nelson Teich, que prometeu mas não entregou, assim como também não entregou grande parte dos hospitais de campanha no País que poderiam já ter salvo muitas vidas.

O Brasil está no ranking de países onde mais se morreu profissionais da Saúde nessa pandemia, além disso estamos chegando a marca de mais de 10 mil mortos no país. Enquanto isso o Presidente Jair Bolsonaro segue desdenhando da vida da população brasileira. A maioria das pessoas estão sendo obrigadas a trabalhar pois ainda não receberam a renda básica do governo. É preciso intensificar as exigências a esse governo e seus ministros, além de seguir as mobilizações da população junto com os profissionais da Saúde por uma quarentena que todos os trabalhadores possam ter acesso.

Além disso, é preciso que sejam abertos os dados das quantidades de leitos nos hospitais privados, e não jogar nas mãos dos trabalhadores da saúde o direito de quem vive e quem morre. É urgente que se tenha fila única dos leitos para salvar o máximo de vidas!
Por isso, seguir e apoiar todas as formas de atos contra esse governo genocida é fundamental.

#FORABOLSONARO!!!

#SOSPROFISSIONAISDASAUDE

#EPISJA

#TESTEEMMASSAJA!


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.