A pedido de Sâmia e Andréa Werner, MP vai investigar planos de saúde que não oferecem terapia online
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A pedido de Sâmia e Andréa Werner, MP vai investigar planos de saúde que não oferecem terapia online

Inquérito foi instaurado para averiguar o porquê de os planos se negarem a fazer atendimento remoto para pessoas com deficiência durante a pandemia.

Equipe Sâmia Bomfim 20 nov 2020, 13:33

Graças a uma ação da deputada Sâmia Bomfim e da jornalista e liderança social, Andréa Werner, o Ministério Público de São Paulo vai investigar o motivo de planos de saúde não oferecerem terapias online durante a pandemia de covid-19. 

De acordo com a representação, serão investigadas a Ameplan Assistência Médica Planejada (São Paulo),a Amil (São Paulo, Mogi Das Cruzes), Med-Tour Saúde, Notredame, Porto Seguro Companhia De Seguros, Unimed Monte Alto, Unimed Santos, Unimed Ribeirão Preto E Unimed Cajati, Savisa (São José Do Rio Pardo) e São Francisco (Porto Ferreira). 

Sâmia e Andréa Werner acionaram o MP em maio de 2020 após receberem denúncias de mães e pais de crianças e adolescentes com deficiência sobre convênios que se negaram a oferecer atendimento remoto, alegando que tal serviço não está previsto em contrato.

“É absurdo que justo nesse momento de pandemia os planos de saúde se neguem a prestar assistência remota aos seus clientes. Queremos que o Ministério Público atue para impedir que esse desrespeito com as pessoas com deficiência permaneça acontecendo”, afirma Sâmia. 

Artigo originalmente publicado no site da deputada.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.