183 anos da Revolta dos Malês
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183 anos da Revolta dos Malês

Reafirmar a memória da Revolta dos Malês é manter viva a nossa luta contra o racismo ainda presente em nossa sociedade.

Josemar Carvalho 24 jan 2018, 17:38

A Revolta do Malês foi um levante de escravos em Salvador, capital da Bahia, que aconteceu na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835.

Organizado por negros africanos recém chegados ao Brasil, a Revolta dos Malês foi um dos maiores movimentos de resistência a Escravidão e a intolerância religiosa no período imperial.

Diferente da historiografia oficial, a luta do negro no Brasil é marcada por várias formas de luta. Os quilombos, os levantes, as “guerras de mato” foram processos legitimos de autodefesa e organização de luta pela liberdade. Reivindicamos uma releitura da história de nosso país onde coloque o papel de centralidade do oprimido na construção social.

Reafirmar a memória da Revolta dos Malês é manter viva a nossa luta contra o racismo ainda presente em nossa sociedade.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.