PSOL apoia a luta internacional dos trabalhadores do Uber e de outros aplicativos
Reprodução

PSOL apoia a luta internacional dos trabalhadores do Uber e de outros aplicativos

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL se solidariza com os trabalhadores de aplicativos de todo mundo.

Hoje acontece em diversos países ao redor do mundo a greve internacional de trabalhadores e trabalhadoras da Uber e de outros aplicativos de transporte de passageiros. Marcada no mesmo dia em que a Uber realiza sua oferta pública de ações na Bolsa de Valores de Nova York, esta greve internacional representa um importante movimento desta categoria com relações trabalhistas tão precarizadas.

A enorme valorização das empresas de aplicativos de transporte de passageiros ocorreu sem a devida valorização do trabalho daqueles que constroem está riqueza. Enquanto estas empresas lucram, os motoristas recebem cada vez menos e incorporam diversos custos crescentes em sua atividade, como impostos e o preço dos combustíveis, sem receber uma remuneração adequada.

Além disso, estes trabalhadores e trabalhadoras estão suscetíveis a todo tipo de problema de segurança e de saúde diretamente relacionados com sua função, mas não possuem qualquer garantia trabalhista da parte das empresas. A extrema precarização, reflexo da enorme oferta de mão de obra gerada pelo desemprego, leva pais e mães de família a submissão perante estas empresas sem qualquer tipo de garantia.

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL se solidariza com os trabalhadores de aplicativos de todo mundo e se compromete a atuar em defesa desta categoria através de seus militantes e parlamentares. Nossos mandatos e instâncias estão à disposição desta luta. Força aos motoristas de aplicativos, estamos juntos!


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
O MES completa 20 anos. A edição n. 14-15 da Revista Movimento é dedicada por completo ao importante evento que marca duas décadas de nossa história. Apesar de jovens, podemos dizer que poucas organizações na história política da esquerda brasileira alcançaram essa marca com tamanho vigor. Longe de autoproclamação, desejamos transformar nossos êxitos em força social e militante para novos e amplos impulsos. Ainda não cumprimos uma maratona, mas nossa história sem dúvida deixou para trás a visão de curto prazo, que alguns adversários nos chegaram a prognosticar. Diante das muitas provas, vitórias e algumas derrotas, podemos celebrar e somar forças para enfrentar as tarefas imediatas: derrotar a tentação autoritária de Bolsonaro e avançar na construção de uma alternativa socialista.