PSOL apoia a luta internacional dos trabalhadores do Uber e de outros aplicativos
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PSOL apoia a luta internacional dos trabalhadores do Uber e de outros aplicativos

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL se solidariza com os trabalhadores de aplicativos de todo mundo.

Hoje acontece em diversos países ao redor do mundo a greve internacional de trabalhadores e trabalhadoras da Uber e de outros aplicativos de transporte de passageiros. Marcada no mesmo dia em que a Uber realiza sua oferta pública de ações na Bolsa de Valores de Nova York, esta greve internacional representa um importante movimento desta categoria com relações trabalhistas tão precarizadas.

A enorme valorização das empresas de aplicativos de transporte de passageiros ocorreu sem a devida valorização do trabalho daqueles que constroem está riqueza. Enquanto estas empresas lucram, os motoristas recebem cada vez menos e incorporam diversos custos crescentes em sua atividade, como impostos e o preço dos combustíveis, sem receber uma remuneração adequada.

Além disso, estes trabalhadores e trabalhadoras estão suscetíveis a todo tipo de problema de segurança e de saúde diretamente relacionados com sua função, mas não possuem qualquer garantia trabalhista da parte das empresas. A extrema precarização, reflexo da enorme oferta de mão de obra gerada pelo desemprego, leva pais e mães de família a submissão perante estas empresas sem qualquer tipo de garantia.

A Secretaria de Relações Internacionais do PSOL se solidariza com os trabalhadores de aplicativos de todo mundo e se compromete a atuar em defesa desta categoria através de seus militantes e parlamentares. Nossos mandatos e instâncias estão à disposição desta luta. Força aos motoristas de aplicativos, estamos juntos!


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.