Coordenadora dos povod indígenas Panamempha se solidariza com povo equatoriano
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Coordenadora dos povod indígenas Panamempha se solidariza com povo equatoriano

Organização dos povos indígenas do Panamá presta solidariedade ao povo equatoriano.

A Segundoadora Nacional dos Povos Indígenas do Panamá-COONAPIP, órgão representativo de todos os povos e territórios indígenas do Panamá, expressa sua total solidariedade aos povos indígenas e à nação irmã do Equador, em face da grave crise econômica, política e social que o país vive nestes momentos.

A crise que está afetando severamente a paz social do Equador afeta muito os povos indígenas equatorianos, cujos líderes e dirigentes assumiram de maneira responsável e histórica uma luta contra as medidas econômicas adotadas pelo governo do Presidente Lenin Moreno, claramente imposta por organismos internacionais que o povo equatoriano rejeita esmagadoramente porque vão contra os interesses e os valores dessa nobre nação sul-americana.

Marcelo Guerra, Presidente da COONAPIP, sustentou a necessidade de pedir à comunidade internacional e às organizações de direitos humanos que olhem atentamente para a situação dos irmãos do Equador e ajudem a levantar suas vozes para deter o confronto que hoje continua acumulando feridos, mortos e grande número de danos materiais, com consequências imprevisíveis para o futuro e a democracia deste país.

“Lamentamos os ataques violentos, a violação dos direitos humanos e a repressão injusta contra os irmãos indígenas equatorianos que estão apenas defendendo seus direitos e a estabilidade econômica e democrática de seu país, hoje comprometida pelas medidas impopulares do presidente Lenín Moreno, conhecidas como “o Paquetazo”, disse Marcelo Guerra.

Segundo o líder indígena do Panamá, a COONAPIP permanece vigilante sobre a grave crise no Equador e reitera a necessidade de a comunidade internacional se solidarizar com os povos indígenas e cessar a repressão e as mortes que atingem esta grande nação.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.