Sâmia Bomfim passa a integrar o Parlamento do Mercosul
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Sâmia Bomfim passa a integrar o Parlamento do Mercosul

Deputada será resistência ao governo Bolsonaro e lutará para fortalecer a agenda dos direitos humanos na América do Sul.

Equipe Sâmia Bomfim 10 set 2020, 18:15

A deputada Sâmia Bomfim é integrante do Parlamento do Mercosul, uma organização legislativa que representa os cidadãos do Brasil, da Argentina, do Paraguai, da Venezuela e do Uruguai.

Nesta terça-feira, 8 de setembro, Sâmia participou de sua primeira comissão, cuja pauta foi assegurar a realização de uma audiência pública sobre garantias no processo eleitoral da Bolívia.

“É importante fazer parte do Parlasul para ser resistência ao governo Bolsonaro, lutar contra os retrocessos e o obscurantismo e garantir que uma agenda de fortalecimento dos direitos humanos seja implementada em todos os países que integram a organização”, afirma Sâmia.

A deputada ocupa da cadeira de Fernanda Melchionna, que pediu licença do cargo de deputada federal para concorrer às eleições municipais à Prefeitura de Porto Alegre.

Artigo originalmente publicado no site da deputada.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.