PSOL em solidariedade internacionalista ao povo boliviano
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PSOL em solidariedade internacionalista ao povo boliviano

O PSOL saúda a vitória democrática do povo boliviano e reafirma seu compromisso internacionalista perante todos os povos do mundo.

Executiva Nacional do PSOL 20 out 2020, 18:45

O PSOL esteve presente nas recentes eleições da Bolívia prestando solidariedade ativa a este povo em sua jornada pela democracia. A líder da bancada do Partido, deputada federal Sâmia Bomfim foi parte da missão de observadores internacionais do Parlasur e esteve acompanhada dos companheiros Bruno Magalhães (Observatório Internacional do PSOL) e Ana Carvalhaes na delegação do partido ao país.

Apoiando a fiscalização das urnas e dialogando com diversas lideranças políticas e sociais, a delegação do PSOL foi parte de um grande esforço internacional para garantir a transparência do processo eleitoral. A Bolívia sofreu um golpe de estado em 2019 e desde então tem vivido sob um regime de exceção direitista que assassinou e prendeu dezenas de ativistas nos últimos meses.

A combinação entre a mobilização política interna e a pressão externa foram essenciais para o resultado positivo que indica uma transição democrática com a posse do companheiro Luís Arce à presidência, respeitando a soberania popular. O PSOL saúda a vitória democrática do povo boliviano e reafirma seu compromisso internacionalista perante todos os povos do mundo.

Nesse sentido, construiremos também a campanha internacional por Justiça Para as Vítimas do Massacre de Senkata, ação policial realizada em novembro de 2019 que executou dezenas de jovens na cidade de El Alto no contexto do golpe de estado. Contra a extrema-direita em qualquer canto do planeta, nossa luta é uma só.

Viva a luta do povo boliviano!
Viva a solidariedade internacionalista!
Nossa luta é uma só!

20 de outubro de 2020

Artigo originalmente publicado no site do PSOL.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.