Fernanda oficializa apoio à Manuela D’ávila no segundo turno em Porto Alegre
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Fernanda oficializa apoio à Manuela D’ávila no segundo turno em Porto Alegre

É preciso derrotar a velha direita.

Equipe Fernanda Melchionna 19 nov 2020, 18:02

A ex-candidata a Prefeitura de Porto Alegre e deputada federal, Fernanda Melchionna, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), oficializou, nesta segunda-feira (16), o apoio à candidatura de Manuela d’Ávila (PCdoB) à prefeitura de Porto Alegre. Em coletiva de imprensa realizada no comitê do PSOL, na avenida Azenha, a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL) e seu vice, Márcio Chagas (PSOL), anunciaram apoio à chapa de Manuela e Miguel Rossetto (PT). Os vereadores eleitos pelo PSOL Karen Santos, Pedro Ruas, Matheus Gomes e Roberto Robaina também estiveram presente, além da deputada estadual Luciana Genro.


“Porto Alegre demitiu Marchezan já no primeiro turno, mas a batalha final ainda não foi dada. Mantendo nossa independência política, o PSOL apoiará Manuela d’Ávila nesse segundo turno das eleições. Após um debate programático sobre o que queremos para o futuro da cidade de Porto Alegre, exigir que tenhamos um próximo governo que revogue as maldades de Marchezan contra os municipários, crie a empresa pública do IMESF, combata permanentemente a corrupção, garanta transparência pública e amplie a participação social, declaramos nosso apoio nesse segundo turno. Temos responsabilidade com o povo da nossa capital. Ainda há representantes da velha direita na candidatura de Sebastião Melo, que governaram nossa capital por 16 anos, atacando servidores, trabalhadores, fazendo negociata, toma lá dá cá. É preciso derrotar a velha direita. Por isso vamos à luta!”, afirmou Fernanda.

Assista ao pronunciamento oficial:

Artigo originalmente publicado no site da deputada.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.