Guerra no Irã: ofensiva do imperialismo sionista diante de uma crise terminal?
Foto: EFE

Guerra no Irã: ofensiva do imperialismo sionista diante de uma crise terminal?

O sentido histórico da guerra no Irã em relação à dinâmica geral do capitalismo

Guilherme Amorim e Vanessa Monteiro 23 mar 2026, 10:13

Nos últimos 25 anos, pelo menos dez países foram alvos de bombardeios dos Estados Unidos, causando a morte direta de cerca de 940.000 pessoas em países como Afeganistão, Paquistão, Iraque, Síria, Iêmen e outras zonas de conflito. A guerra, portanto, não é um patrimônio da gestão Trump, mas sim uma característica estrutural da fase imperialista do capitalismo. Entretanto, a ofensiva expansionista dos EUA e sua relação estreita com Israel, os quais conjuntamente iniciaram a atual guerra contra o Irã, representam uma escalada de violência com uma série de ineditismos que merecem nossa atenção. 

Trata-se de uma guerra deflagrada sem o apoio majoritário da população, contrariando a máxima de que as guerras são uma arma mobilizada, entre outros fatores, para fins de coesão interna. Além disso, o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro, marca um evento sem precedentes da história contemporânea, sendo a primeira vez que os EUA assassinam diretamente o líder de estado de outro país, cujos desdobramentos são ainda imprevisíveis. 

A crise de hegemonia dos Estados Unidos está no centro da ofensiva neocolonial em curso, análise reiterada por diversos especialistas, intelectuais e organizações políticas. Diante da ascensão da China, o espólio sobre Oriente Médio – bem como testemunhamos nos ataques à Venezuela, embargo sobre Cuba e ameaças aos demais países das Américas – é o último recurso do imperialismo norte americano para recompor seu domínio econômico e reverter a crise dos EUA e de suas instituições. 

O poderio militar e os efeitos aterradores da guerra podem tornar aparentemente contraditória a ideia de uma crise estrutural – e vamos além, uma crise terminal – do imperialismo, entendido por nós como a fase contemporânea do capitalismo e não apenas de uma potência em particular, como é o caso dos EUA. Assim, escrevemos este texto para contribuir com a reflexão sobre o sentido histórico da guerra em curso no Irã em relação à dinâmica geral do capitalismo, o aparente paradoxo do ataque como defesa e a centralidade da luta antiimperialista para os revolucionários no atual momento histórico. 

O sentido histórico da guerra em curso contra o Irã

No início do século XX, o Irã era disputado como esfera de influência tanto do Reino Unido como da Rússia, no assim chamado Grande Jogo. O Irã contemporâneo pode ser datado a partir de 1925, com o golpe que levou a dinastia Pahlavi ao poder, contando com apoio britânico. Essa dinastia contou com dois xás (rei em farsi): Reza Khan e Mohammad Reza. Ambos foram os principais pontos de apoio britânico, e posteriormente estadunidense, no Oriente Médio, sendo os principais aliados regionais de Israel desde sua fundação. Entretanto, tudo isso mudou em 1979.

Como resultado de uma complexa trama envolvendo um clima politicamente repressivo, a autocracia pessoal de Mohammad Pahlevi, uma ocidentalização forçada e a corrupção generalizada entranhada no Estado, em 1979 o povo iraniano se levantou, no que ficou conhecido como Revolução Islâmica. Como resultado desse levante, chegou ao poder o clérigo islâmico xiita, representado pelo aiátola Ruhollah Khomeini. Essa revolução teve resultados contraditórios. Por um lado, alçou ao governo os mulás (clérigos islâmicos), o setor mais conservador da sociedade iraniana. Por outro, representou uma ruptura decisiva na influência imperialista na região já que o xá era o ponto avançado dos britânicos e americanos na região. Com a ascensão de Khomeini, havia um temor do espraiamento da revolução para outros países. Esse temor foi o estopim da Guerra Irã-Iraque, em que o Iraque de Saddam Hussein, com o apoio dos países imperialistas, invadiu o Irã buscando colapsar o novo regime revolucionário. Após 10 anos, a guerra terminou de maneira inconclusiva, mas exaurindo ambos países.

Com a morte de Khomeini em 1989, ascendeu Ali Khamenei ao posto de líder supremo do Irã, cargo que ocupou até seu assassinato pelos EUA em 2026. Durante esses 37 anos que Khamenei esteve à frente do Irã, houve grandes protestos populares pedindo o fim da teocracia e a reforma da república para um Estado laico. Todos esses protestos foram violentamente reprimidos pelo governo, com a última onda resultando em mais de 10 mil mortos. Os mais famosos protestos foram, sem dúvidas, os resultantes da morte de Mahsa Amini em 2022, morta sob custódia da Polícia de Costumes por não usar corretamente o hijab. O protestos decorrentes da morte de Mahsa Amini atingiram escala global e foram fonte de solidariedade pelo movimento feminista internacionalmente. Apesar de herdeiro de uma revolução, o governo de Khamenei já não gozava da popularidade e legitimidade de seu antecessor.

Se por um lado o governo dos aiatolás representava uma degeneração de uma das maiores revoluções populares do Oriente Médio, do outro alguma coisa dessa tradição ainda tinha um fio de continuidade. O afã internacionalista e anti imperialista que levou à queda de Reza Pahlavi encontrava eco nas relações do governo iraniano com diversos movimentos locais de resistência, como o Partido de Deus (Hezbollah), o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e os Partidários de Deus (Ansar Allah, também conhecidos como Hutis), no que ficou conhecido como Eixo da Resistência. Apesar do caráter islamita militante desses movimentos, todos representaram empecilhos para o expansionismo israelense na região, pela sua ideologia fortemente anti sionista.

É justamente por serem empecilhos para uma maior presença do imperialismo na região que esses movimentos foram frontalmente combatidos pelos EUA e Israel, junto às ditaduras militares aliadas na região. Apesar das contradições, o papel do Irã regionalmente tem sido o de contraponto aos aliados estadunidenses, em especial Arabia Saudita e Israel. Justamente por isso que se alinha aos interesses chineses e russos na região, buscando aliados nesse conflito com a maior potência global. Sua localização estratégica entre a Ásia Central e o Oriente Médio é rota de diversos corredores energéticos e de comércio, assim como suas reservas de petróleo ainda são a quarta maior do mundo. Geograficamente, o Irã tem recursos ainda muito cobiçados. Politicamente, representa um empecilho aos interesses poderosos do imperialismo estadunidense. Geopoliticamente, faz todo o sentido o colapso do governo e sua substituição por um regime mais amigável.

As características históricas e contemporâneas do imperialismo

O imperialismo é, em si, a fase terminal do modo de produção capitalista. Sua fase última e extremada. Diferentemente da utilização corriqueira do termo – associada às grandes potências, como “a luta contra o imperialismo norte americano” -, Lênin, quando escreve o famoso folheto em 1916 “Imperialismo, fase superior do capitalismo”, formula sua teoria sobre as características históricas do capitalismo em sua fase superior. Lênin equipara imperialismo à fase monopolista do capitalismo ou, simplesmente, o capitalismo contemporâneo. Ou seja, a forma como o capital se reproduz e para a qual todos os países estão inseridos, sendo potências, países dependentes ou colônias. 

Assim, para entender as guerras do nosso tempo é indispensável entender a natureza econômica do capitalismo em sua fase monopolista, bem como as características políticas do imperialismo, muitas vezes secundarizadas. Inúmeros pensadores se debruçaram sobre o fenômeno do imperialismo, atualizando a teoria de Lênin, com os quais buscaremos de maneira sucinta também dialogar. 

Lênin escreve o Imperialismo no contexto da 1ª Guerra Mundial, identificando que tratava-se de uma guerra imperialista, por seu caráter de conquista, pilhagem, partilha territorial do mundo e redistribuição das colônias. A guerra se dá pela contradição entre o desenvolvimento das forças produtivas nas colônias – para o qual Lênin exemplifica com o desenvolvimento estrondoso do setor ferroviário nas colônias em contraste com o desenvolvimento do mesmo setor nos países centrais – e, por outro lado, a apropriação privada dos meios de produção. Lênin identifica que a apropriação deste capital excedente nas colônias só poderia ser feito através da violência e da guerra. 

Assim, partindo das obras de J. A. Jhonson, social-reformista e do marxista austríaco Rudolf Hilferding, que escreveram no final do século XIX e início do século XX “O Imperialismo” e “O Capital financeiro”, respectivamente, Lênin formula as características econômicas do imperialismo, sintetizadas nos cinco pontos: a) a concentração de produção e do capital leva a formação de monopólios, que têm primazia sobre a livre concorrência; b) surge o capital financeiro a partir da fusão do capital bancário com o capital industrial; c) como consequência do capital financeiro (capital que é, enquanto mercadoria, comercializado na forma de compra e venda de ações, por exemplo) e da concentração de capital, gerando um acúmulo de capital a tal nível que se formou um “excedente de capital”Este excedente é exportado na compra de ações em outros países, tornando-se proprietárias dessas empresas e recebendo os seus lucros. Assim, ocorre a exportação de capitais, a principal forma pela qual se mantém relações de dependência entre países da periferia do capitalismo com relação aos países centrais. d) a formação de associações monopolistas, como multinacionais, que partilham o mundo, como consequência “natural” de uma produção que é mundial em um novo grau de concentração, do capital e da produção; e, por fim e) a partilha territorial do mundo entre as grandes potências, que Lênin analisa detalhadamente a partir da expansão dos territórios pertencentes às potências coloniais europeias e aos Estados Unidos. 

Lênin dá extrema importância para a política colonial do capital financeiro, distinta da política colonial antes da fase imperialista e, até mesmo, antes do capitalismo. Segundo ele, “A particularidade fundamental do capitalismo moderno consiste na dominação exercida pelas associações monopolistas dos grandes patrões”. Estes monopólios adquirem a máxima solidez quando reúnem nas suas mãos todas as fontes de matérias-primas, e já vimos com que ardor as associações internacionais de capitalistas se esforçam por retirar ao adversário toda a possibilidade de concorrência, por adquirir, por exemplo, as terras que contêm minério de ferro, os jazigos de petróleo, etc.” (Lênin, ANO, p. 209). E afirma, a seguir, que a posse das colônias é a única coisa que garante o êxito do monopólio. Daí resulta que, como expressa em seu embate com Kautsky, no âmbito político o imperialismo é caracterizado por sua tendência à violência e à reação.

As guerras são a condição necessária para o saque a pilhagem sobre as colônias e é da contradição entre a internacionalização da produção e apropriação privada por um punhado de países ricos, ou ainda pior, por um punhado de oligarcas, que eclodem as guerras pela partilha do mundo. Este conflito abre o período de guerras e revoluções, como retomaremos adiante. Assim a violência e a desumanização coloniais não são um momento do passado ou desvio de rota na tendência do regime democrático como forma privilegiada de dominação. Esta característica política do imperialismo, muitas vezes secundarizada, foi amplamente debatida por intelectuais marxistas negros, como George Padmore, C.L.R. James, Oliver Cox e outros. 

A centralidade do colonialismo para o capitalismo, ou a relação entre colonialismo e luta de classes, foi alvo de grandes divergências entre marxistas europeus. No congresso dos socialistas da Segunda Internacional, realizado em Stuttgart, na Alemanha, em 1907, houve uma luta política entre representantes dos partidos da Ásia, África e Caribe e os dirigentes europeus. Os sociais-democratas Eduard Bernstein e o holandês Hendrik van Kol defenderam posições pró-colonialistas e racistas, sendo rejeitados pela maioria dos delegados eleitos ao congresso. Lênin, alarmado pelas posições expressas no congresso, elabora sobre o “chauvinismo” dos trabalhadores europeus. Anos depois, em 1920, acontece o importante Congresso dos Povos do Oriente, realizado em Baku, capital do Azerbaijão. O congresso foi um marco na luta anticolonial mundial, contando com mais de 2 mil participantes, provenientes de 37 povos, em maioria asiáticos e muçulmanos e cerca de 90% eram de povos racializados. 

Passados mais de cem anos após o Congresso do Oriente, poderíamos pensar que as premissas d’O Imperialismo estariam em parte superadas, já que a maior parte dos países em questão já não estão mais sob o jugo colonial. No entanto, as elaborações sobre o caráter imbricado entre colonialismo, capitalismo e imperialismo foram atualizadas passados os anos 1950/60, período das lutas por libertação nacional sobretudo no continente Africano, reafirmando a atualidade da teoria do imperialismo. Kwame Nkrumah, liderança revolucionária em Gana na luta pela libertação do domínio inglês, elaborou o conceito de neocolonialismo, em livro publicado em 1965, tratado das maneiras pelas quais o colonialismo tradicional não foi abolido por completo apesar de os territórios gozarem de independência jurídica e soberania formal com a conquista de Estados independentes. Assim, o neocolonialismo é a expressão final do domínio do capital financeiro e sua forma de sujeição, em que os países pobres são espoliados às custas do poder financeiro concentrado nos países ricos. 

Tratando do contexto pós 2008 – corte temporal importante para entender a crise multidimensional a qual nos encontramos – é perceptível a relação entre o avanço da violência, haja visto importante crescimento da extrema direita mundial, e a mobilização da ideia de raça para justificar a guerra expansionista e imperialista. Assim, a política de perseguição de pessoas de origem latina, africana ou asiática por parte do ICE nos EUA, bem como a ofensiva no Oriente Médio atestam para a centralidade da ideia de raça no projeto neofascista, o que não é novidade comparado ao fascismo e nazi-fascismo históricos. Arun Kundnani é um dos grandes críticos a ideologia de combate ao terrorismo, por seu viés islamofóbico e orientalista, tratando os povos árabes, muçulmanos e islâmicos enquanto bárbaros que necessitam do ocidente como os baluartes da “civilização”. 

Por fim, as guerras imperialistas na contemporaneidade, servem aos mesmos fins da virada do século XIX para o século XX, ainda que com importantes transformações tecnológicas, produtivas e composição da classe trabalhadora. Diante da crise, as grandes potências entram em conflito em sua luta por hegemonia, partilhando territorialmente o mundo em busca de suas matérias primas existentes ou potencialmente exploráveis. Sobre a perpetuação da espoliação e sua relação intrínseca com o modo de produção capitalista, para além da fase de acumulação primitiva de capital, há um importante debate feito por Rosa Luxemburgo em A Acumulação do Capital, revisitado por Nancy Fraser para explicar as atuais características do capitalismo e suas múltiplas crises. 

Força bélica versus crise hegemônica dos EUA

Já discorremos sobre o fato de, do ponto de vista histórico, o imperialismo ser a fase superior do capitalismo, sua fase de agonia e putrefação. Entretanto, poderiam argumentar que em uma escala temporal mais recente há uma primazia dos elementos de força em detrimento dos elementos de crise. Assim, é importante retomar a crise de hegemonia na qual se encontram os EUA para compreender o caráter contraditório da extrema direita e possíveis desdobramentos da atual guerra em curso contra o Irã.

Os EUA consolidaram sua hegemonia com o fim da 2ª Guerra Mundial. Durante o período da Guerra Fria, foi o Estado norte americano o maior antagônico à União Soviética e à “ameaça comunista”. Assim, Bretton Woods representou um acordo, com a criação do FMI e do Banco Mundial, que tornou o dólar a principal moeda de reserva internacional; além disso, uma série de instituições internacionais de caráter multilateral foram parte de sua política de controle desta nova ordem internacional. A partir dos anos 1990, os Estados Unidos lançam mão do que Gilbert Achcar chama de Nova Guerra Fria com a expansão da OTAN e políticas para ampliar sua área de intervenção com a acentuação de sua política beligerante. Pós 2008, a nível global o capitalismo entra no que Michael Roberts denomina como “a grande recessão”. Diante da incapacidade de o capitalismo mundial recuperar o seu crescimento acelerado e recompor suas taxas de lucro, intensificam-se os conflitos internacionais pelo saque dos países periféricos pelas antigas (e novas) potências imperialistas. 

Assim, a hegemonia do imperialismo norte-americano, que vem se enfraquecendo desde Nixon, não tende a ser recuperada, a despeito das investidas militares e neocoloniais. Ainda segundo Roberts, a guerra tarifária de Trump foi fracassada enquanto política de reindustrialização do país e um baixo crescimento nos últimos anos que aponta para a estagflação. Soma-se à este contexto os próprios efeitos controversos da guerra contra o Irã, como a alta do petróleo e o risco de uma crise de desabastecimento global, em decorrência do fechamento do Estreito de Ormuz; a resistência do povo iraniano – até o momento unificado na luta de resistência contra EUA e Israel -; além da própria oposição majoritária dos americanos à guerra. Tudo isso, em um momento em que as eleições legislativas de meio de mandato se avizinham, com o risco de uma possível derrota dos republicanos de Donald Trump. 

A centralidade da luta antiimperialista, anticolonial, antifascista e antirracista

Em um contexto de intensificação das guerras como mecanismo de recomposição da acumulação capitalista e fruto das contradições intraimperialistas, a resistência dos povos periféricos assume um papel central. O combate ao imperialismo e neocolonialismo, associado ao fascismo e o racismo, é uma necessidade histórica concreta. Diante da ofensiva imperialista, a luta pela autodeterminação dos povos é central para a construção de novos horizontes políticos. A tarefa histórica da nossa geração é derrotar projetos genocidas, como vemos em Gaza, e de esmagamento de qualquer alternativa à hegemonia dos EUA, como ocorreu na Venezuela e tenta-se fazer no Irã e em Cuba.

Ao mesmo tempo, é fundamental compreender que a luta contra o imperialismo está intrinsecamente articulada à luta contra o racismo e o fascismo. A desumanização dos povos do Oriente Médio, assim como de populações africanas, latino-americanas e asiáticas, não é um subproduto acidental, mas um elemento constitutivo da legitimação ideológica da guerra. A construção do “inimigo bárbaro” serve para justificar intervenções, ocupações e massacres, ao mesmo tempo em que fortalece projetos autoritários no interior dos próprios países centrais. Assim, o combate ao imperialismo exige, simultaneamente, o enfrentamento das formas contemporâneas de racismo e da ascensão da extrema direita em escala global.

Nesse cenário, a guerra contra o Irã revela, de maneira particularmente aguda, o aparente paradoxo de um sistema que, ao mesmo tempo em que demonstra sua força destrutiva, evidencia sua fragilidade estrutural. A escalada militar, longe de representar estabilidade ou controle, aponta para os limites de um modelo que depende crescentemente da violência para se reproduzir. A resistência regional e a reorganização das alianças internacionais indicam que a hegemonia unipolar dos Estados Unidos já não pode ser sustentada nos mesmos termos, abrindo espaço para uma ordem mais conflitiva e imprevisível.

Por fim,  se o imperialismo expressa a fase de crise do capitalismo, as guerras que dele decorrem também recolocam, de forma incontornável, a atualidade da luta por sua superação.


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