Cartazes soviéticos: a mulher

Cartazes soviéticos: a mulher

Uma seleção de cartazes de propaganda soviética que demonstram o papel das mulheres na construção da sociedade socialista.

Dando continuidade a nossas comemorações do centenário da Revolução Russa de 1917, reproduzimos hoje alguns dos principais cartazes de propaganda soviética das primeiras décadas após a Revolução. Nesta seleção, podemos ver o lugar central conferido à mulher nos materiais produzidos pelo regime. Em muitos deles, vemos como desenvolvimento do socialismo na União Soviética era pensando de forma combinada com com o próprio desenvolvimento das lutas de gênero e a conquista de espaço social por parte das mulheres.

Certamente, muitas das propagandas produzidas ao longo da era soviética refletiam as condenáveis posições stalinistas da cúpula do regime. Em qualquer pesquisa rápida, não faltam cartazes que exaltam a personalidade de Josef Stalin, por exemplo, principalmente a partir de meados da década de 1930. De todo modo é oportuno resgatar algumas das peças de propagandas produzidas na URSS. A partir delas, vemos como a Revolução de Outubro rompeu uma nova era aos povos das Repúblicas Socialistas Soviéticas, liberando as mais diversas das potencialidades humanas naquilo que de mais bonito o socialismo pode lograr.

 


“Trabalhadoras, peguem os rifles” (1917)
Lev Brodarty

 


“Mulheres, juntem-se à cooperação” (1920)
Nivinsky I.I.

 


“Mulher libertada – Vamos construir o socialismo!” (1926)
Strakhov-Braslavsky A.I.

 


“Fascismo – o inimigo mais cruel das mulheres” (1941)
Nina Vatolina

 


“Seja uma esportista” (1946)

 


“Glória à primeira mulher cosmonauta!” (1963)
Kershin Y.V.
Nadezhdin G.P.

(Estes e mais cartazes podem ser encontrados aqui.)


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.