Bagunça no Inep explicita a incompetência do governo Bolsonaro
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Bagunça no Inep explicita a incompetência do governo Bolsonaro

Em menos de 6 meses de governo Bolsonaro, o INEP já teve 4 presidentes.

Equipe Sâmia Bomfim 20 maio 2019, 18:29

Em menos de 6 meses de governo Bolsonaro, o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira já teve 4 presidentes.

O mais recente episódio dessa bagunça aconteceu nesta semana, quando o delegado Elmer Vicenzi – a mando do economista Abraham Weintraub – exigiu que o sigilo dos dados dos estudantes fosse quebrado. Obviamente, a Procuradoria do órgão se posicionou contra e fez uma paralisação em protesto. Só restou para Weintraub demitir seu pupilo.

A saída do delegado só joga mais luz sobre a balbúrdia que está o Ministério da Educação, sob o comando de Weintraub. Além de ter uma visão ultraliberal da Educação, ele está perdido no cargo, não tem capacidade de dar um direcionamento para as prioridades da Pasta e, agora, tem de lidar com a reação das ruas.

O novo presidente do órgão responsável por estatísticas, avaliações e provas, como o Enem, foi nomeado nesta sexta-feira, 17. Trata-se do ex-diretor legislativo da Casa Civil, Alexandre Lopes.

Artigo originalmente publicado no site de Sâmia Bomfim.

Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

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O MES completa 20 anos. A edição n. 14-15 da Revista Movimento é dedicada por completo ao importante evento que marca duas décadas de nossa história. Apesar de jovens, podemos dizer que poucas organizações na história política da esquerda brasileira alcançaram essa marca com tamanho vigor. Longe de autoproclamação, desejamos transformar nossos êxitos em força social e militante para novos e amplos impulsos. Ainda não cumprimos uma maratona, mas nossa história sem dúvida deixou para trás a visão de curto prazo, que alguns adversários nos chegaram a prognosticar. Diante das muitas provas, vitórias e algumas derrotas, podemos celebrar e somar forças para enfrentar as tarefas imediatas: derrotar a tentação autoritária de Bolsonaro e avançar na construção de uma alternativa socialista.