Revista Movimento Movimento Movimento: crítica, teoria e ação

Contra os recentes ataques na Palestina

PSOL denuncia ataques do exército israelense contra a população palestina.

A Faixa de Gaza recentemente foi alvo de ataques do exército israelense que mataram ao menos 24 palestinos, incluindo duas crianças. Os ataques foram promovidos como retaliação completamente desproporcional ao lançamento de foguetes oriundos de Gaza, que promoveram a morte de um cidadão israelense, e reafirmam a postura militarista e xenofóbica do governo Netanyahu.

A violência sistemática do exército israelense contra a população palestina se insere no contexto de uma mais graves situações de violação de direitos humanos do planeta, com o povo palestino oprimido e violentado pela ocupação militar e pelos constantes atentados e ataques contra civis na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada. A autodeterminação palestina é negada sistematicamente através da ameaça militar e da asfixia econômica promovida pelo governo israelense.

O PSOL mais uma vez manifesta sua solidariedade ao povo palestino e sua repulsa às retaliações desproporcionais contra a população de Gaza e de toda a Palestina. A paz na região só será possível com o fim da ocupação e com o respeito a autodeterminação dos palestinos, afirmando seu direito à uma pátria e ao retorno dos palestinos expulsos e seus descentes às suas terras originais.

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Neste mês de março, preparamos uma nova edição da Revista Movimento, dedicada especialmente para a reflexão e elaboração política sobre a luta das mulheres. Selecionamos um conjunto de materiais - artigos teóricos, textos políticos, documentos e uma especial entrevista - com o intuito de aprofundar o esforço consciente demonstrado por nossa organização nos últimos anos em avançar na compreensão sobre o tipo de feminismo que defendemos, bem como sobre o papel essencial e a importância estratégica que a luta feminista tem para a construção de um projeto anticapitalista. Um desafio exigido pela atual conjuntura, marcada pela ascensão de governos de extrema-direita no mundo, na qual o movimento feminista tem se apresentado como contraponto e trincheira de resistência fundamental. Por isso, esta edição pretende, antes de mais nada, auxiliar e fortalecer nossas intervenções feministas nesse momento, a começar por duas datas muito significativas que inauguram este mês: o 8 e o 14 de março, dia em que se completará um ano do brutal assassinato de nossa companheira Marielle Franco. Esperamos que seja proveitoso e sirva como instrumento para as nossas batalhas. Boa leitura!

Solzinho

MES: Movimento Esquerda Socialista MES: Movimento Esquerda Socialista