Contra os recentes ataques na Palestina

Contra os recentes ataques na Palestina

PSOL denuncia ataques do exército israelense contra a população palestina.

A Faixa de Gaza recentemente foi alvo de ataques do exército israelense que mataram ao menos 24 palestinos, incluindo duas crianças. Os ataques foram promovidos como retaliação completamente desproporcional ao lançamento de foguetes oriundos de Gaza, que promoveram a morte de um cidadão israelense, e reafirmam a postura militarista e xenofóbica do governo Netanyahu.

A violência sistemática do exército israelense contra a população palestina se insere no contexto de uma mais graves situações de violação de direitos humanos do planeta, com o povo palestino oprimido e violentado pela ocupação militar e pelos constantes atentados e ataques contra civis na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada. A autodeterminação palestina é negada sistematicamente através da ameaça militar e da asfixia econômica promovida pelo governo israelense.

O PSOL mais uma vez manifesta sua solidariedade ao povo palestino e sua repulsa às retaliações desproporcionais contra a população de Gaza e de toda a Palestina. A paz na região só será possível com o fim da ocupação e com o respeito a autodeterminação dos palestinos, afirmando seu direito à uma pátria e ao retorno dos palestinos expulsos e seus descentes às suas terras originais.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.