FNL realiza jornada de lutas!
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FNL realiza jornada de lutas!

No dia 4 de setembro a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade iniciou sua Jornada de Luta: Terra, Trabalho, Moradia e Liberdade.

No dia 4 de setembro a Frente Nacional de Luta Campo e Cidade – FNL, iniciou sua Jornada de Luta:  Terra, Trabalho, Moradia e Liberdade, onde realizou inúmeras ocupações de terra pelos estados onde está organizada, além de fechamentos de pistas, atos públicos e ocupação do INCRA Nacional.

A mídia brasileira em mancomunada com o capital, tenta passar para todos o brasil que não há organização de trabalhares contra o estado omisso e opressor, mais a FNL permanece firme na trincheira, denunciando o desgoverno do Miliciano Bolsonaro. Na Jornada de luta tiveram destaque os estados de Alagoas com fechamentos de pistas e dois grandes atos, um em Arapiraca, cidade do Sertão Alagoano, que depois de uma Marcha de acampamentos próximos à cidade, encerrou na porta da prefeitura e em Maceió Capital do estado, onde vários companheiros e companheiras de diversos acampamentos marcharam até a cidade e realizaram um grande ato na praça central, em defesa da Reforma Agrária, Reforma Urbana e pelo assentamento imediato das família acampadas, no estado do Matogrosso do Sul foram três rodovias fechadas, onde se exigia a retomada imediata da reforma agrária e contra o sucateamento do INCRA por parte do governos Federal. Em São Paulo as maiores ações foram na divisa de SP e MS, onde as famílias ocuparam uma área pertencente a CESP e que hoje está sobre o controle de empresa chinesa. Uma imensa área contendo inúmeros tanques para psicultura que esta completamente abandonada e na região de Sorocaba onde foram feitas várias ocupações de área urbanas pra moradia popular, sendo que em um dos acampamentos tivemos o único incidente registrado por todo brasil. O acampamento dos trabalhadores Urbanos, localizado no Bairro Capoavinha no Município de Votorantim região de Sorocaba SP, foi alvejado na noite do dia 6 de setembro por vários disparos de armas de fogo que perfuraram os barracos de lonas , os disparos foram feitos pelos irmãos e familiares do suposto dono da área ocupada Antônio Ribas Lopes.

No Distrito Federal e Entorno, toda a jornada foi concentrada na ocupação do Prédio do INCRA nacional. Cerca de 500 trabalhadoras e trabalhadores da FNL ocuparam todos os andares do prédio onde se encontra o INCRA e fecharam as entradas do prédio.

Desde que se instalou no Brasil um governo de miliciano, a FNL se mantendo na vanguarda a luta da classe trabalhadora. Em 2019 fez uma marcha com mais de 1000 trabalhadores na Esplanada do Ministério, onde protocolou na Presidência da Camarada dos Deputados em reunião com o Deputado Rodrigo Maia, a pauta reivindicatória do FNL e exigiu  o retorno da Reforma Agrária, como não houve avanço, a FNL nesta quarta feira 9 de setembro ocupou o prédio do INCRA exigindo a retomada da reforma agrária e contra o desmando do INCRA e do ministério do meio ambiente.

A FNL se manterá em luta, até que a pauta dos trabalhadores seja atendida. Esse foi só o inicio da luta. Caso o governo ínsito em desrespeitar aos trabalhadores, fazer da agricultura familiar um curral do agronegócio, a FNL estará em luta contra esse desmando desse desgoverno de milicianos e aloprados.

FNL: POR TERRA, TRABALHO, MORADIA E LIBERDADE

FORA BOLSONARO!

RFORMA AGRÁRIA JÁ!

REFORMA URBANA JÁ!

Brasília, 10 de setembro de 2020.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.