Com Boulos e Erundina, vamos levar a esquerda para o segundo turno

Com Boulos e Erundina, vamos levar a esquerda para o segundo turno

Mais quatro anos de Bruno Covas é um pesadelo que não pode acontecer.

Sâmia Bomfim 10 nov 2020, 15:11

A campanha que mais empolga, cresce e engaja pessoas de verdade para a mudança é a de Boulos e Erundina, pelo PSOL.

A gestão do PSDB na cidade é uma tragédia. Mais quatro anos de Bruno Covas é um pesadelo que não pode acontecer. Trata-se da gestão do SAMPAPREV, da ração humana para as escolas, dos esquemas que envolvem até mesmo a construção e terceirização de creches.

A esquerda democrática e progressista precisa estar no segundo turno! Não pode existir tragédia maior do que, em São Paulo, acontecer um segundo turno entre tucanos e bolsonaristas, ou ainda, entre tucanos e tucanos.

É possível e está nas nossas mãos evitar essa tragédia. Podemos levar, com um amplo e bonito movimento que já está em curso, Boulos e Erundina ao segundo turno. Todas as pesquisas comprovam que isso está ao alcance das nossas mãos! Contra tudo e contra todos, vencendo as máquinas e as mentiras, nós podemos chegar lá!

É fundamental lembrar que São Paulo é a maior cidade do país e berço de lutas decisivas do povo trabalhador brasileiro. É aqui onde surgem as greves mais potentes, onde pulsam os movimentos feminista, antirracista, estudantil, antifascista, sem teto, de LGBTs e de todas as formas de resistência.

Mesmo num contexto de pandemia, desemprego, crise e de duros ataques da classe dominante, o povo paulistano pode mostrar novamente a sua força.

Poucos dias nos separam do dia 15 de novembro. O dia de votar Boulos 50 em nome das vitórias que precisamos obter agora e no futuro.

Dia também de votar nas candidatas e candidatos a vereador pelo PSOL, para ampliar nossa combativa bancada, levando especialmente mais mulheres e mais mulheres negras para aquele espaço historicamente fechado aos movimentos e pessoas reais.

Vamos virar o jogo! Com toda força e toda paixão pela mudança, é hora de Boulos 50! É hora do PSOL e de nossas candidaturas!

Artigo originalmente publicado no site da Carta Capital.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.