Sâmia e PSOL querem Comissão da Câmara para monitorar Plano Nacional de Vacinação

Sâmia e PSOL querem Comissão da Câmara para monitorar Plano Nacional de Vacinação

Medida busca pressionar o governo federal a agilizar a imunização dos brasileiros contra o coronavírus.

Equipe Sâmia Bomfim 16 dez 2020, 14:29

A bancada do PSOL na Câmara apresentou na última terça-feira (15) um requerimento para criar uma Comissão Externa para acompanhar os atos do Poder Executivo no planejamento, monitoramento e execução do Plano Nacional de Vacinação.

Para os parlamentares, é fundamental que a Câmara, com a agilidade que se faz necessária, e em seu dever constitucional, acompanhe de perto os debates sobre o planejamento da vacinação no Brasil, bem como as etapas de execução e monitoramento do Plano Nacional de Vacinação em níveis nacional, estadual e municipal.

A Comissão Externa não cria gastos adicionais à Câmara dos Deputados e pode colaborar na análise, fiscalização e elaboração de medidas que garantam a vacinação e a proteção dos direitos mais básicos da população.

“A ineficácia do governo para lidar com a pandemia de COVID-19 afeta diretamente o processo de desenvolvimento de um plano de vacinação complexo. É importante lembrar que, recentemente, mais de 7 milhões de testes para o COVID estavam prontos para o descarte. Muitos deles parados por falta dos insumos necessários para sua realização. O mesmo não pode ser acontecer com as vacinas”, alertam os deputados do PSOL.

Artigo originalmente publicado no site da deputada.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.