Entrevista – A ciência brasileira contra o genocídio

Entrevista – A ciência brasileira contra o genocídio

Gilson Amaro entrevista o Prof. Domingos Alves, pesquisador do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e um dos integrantes do Covid-19 Brasil.

Gilson Amaro 1 fev 2021, 19:35

O Brasil vive uma situação dramática com mais de duzentos e vinte mil mortos e milhões de contaminados, que ao contrário do que pensam muitos, não é fruto da incompetência do governo federal, mas sim o resultado de uma estratégia política institucional que leva as pessoas a contaminação e consequentemente ao número terrível de óbitos que presenciamos.

Nesta entrevista, conversamos com o professor Domingos Alves que é pesquisador do Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e um dos integrantes do Covid-19 Brasil, um grupo de cientistas independentes e voluntários que monitoram a pandemia.

Este bate papo é importante para combater a desinformação, negacionismo e uma série de posturas perigosas e mentirosas sobre a pandemia, além de destacar o papel da ciência brasileira no combate a pandemia, mesmo sofrendo ataques e desmontes levado a cabo pelos governos.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

Capa da última edição da Revista Movimento
“Enquanto os efeitos sanitários e econômicos da Covid-19 seguem fazendo-se sentir, escancarando a crise global do capitalismo, as lutas na América Latina começam a apresentar importantes conquistas no enfrentamento da extrema-direita continental. Na Bolívia, após meses de enfrentamentos e mobilização popular, a contundente vitória da chapa do MAS pôs fim ao governo ilegítimo e reacionário de Jeanine Áñez. No Chile, após as multitudinárias manifestações de 2019, o plebiscito levou a uma vitória esmagadora em favor de uma nova constituição elaborada por assembleia exclusiva. Na campanha eleitoral estadunidense em curso, está em jogo a possibilidade de derrotar o trumpismo, que anima movimentos neofascistas e racistas naquele país e em todo o mundo. Ao mesmo tempo, as eleições municipais brasileiras abrem a possibilidade de construir uma alternativa nas cidades que contribua para isolar e derrotar o bolsonarismo. A décima oitava edição da Revista Movimento debruça-se sobre esses processos de mobilização nas ruas e de enfrentamento eleitoral em curso”.