“Seria irresponsabilidade o PSOL não apresentar um nome próprio à presidência”
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“Seria irresponsabilidade o PSOL não apresentar um nome próprio à presidência”

Às vésperas do 7° Congresso do PSOL, Sâmia Bomfim defende em entrevista ao jornal Estado de São Paulo que o partido mantenha sua independência e seu programa nas eleições.

Felipe Moreira 7 jun 2021, 12:07

Em declaração ao jornal “Estado de São Paulo” a deputada federal (SP) pelo PSOL, Sâmia Bomfim, afirmou:

“Essa vai ser a principal disputa no congresso do PSOL: uma posição pública sobre 2022. Na nossa avaliação, não há um cenário que indique vitória do Bolsonaro no 1.° turno. Não faz sentido o PSOL abrir mão de sua independência e programa”.

“Desde que recuperou seus direitos políticos, o Lula sinaliza mais para o Centrão e a direita liberal do que à esquerda. Seria irresponsabilidade o PSOL não apresentar um nome próprio”.

Sâmia Bomfim, junto com mais de três mil outras pessoas, defende que o PSOL lance o nome de Glauber Braga, deputado federal (RJ) pelo PSOL, à presidência. Glauber também é apoiado por importantes nomes, como Luiza Erundina, David Miranda, Fernanda Melchionna, Vivi Reis, Milton Temer, Luciana Genro e Plínio de Arruda Sampaio Juior. Outros nomes podem ser consultados no manifesto lançado mês passado https://manifestoglauber.com.br/

O PSOL deve decidir se lança o nome de Glauber Braga durante o seu 7º Congresso Nacional, a ser realizado entre 25 e 26 de setembro deste ano.


Parlamentares do Movimento Esquerda Socialista (PSOL)

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