O significado do Pacto de Meca
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O significado do Pacto de Meca

Uma análise sobre o recente acordo entre Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão.

Michael Pröbsting 25 ago 2026, 18:57

Foto: Assinatura do Pacto de Meca. (LINKS/Reprodução)

Via LINKS

A Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão assinaram o Acordo Conjunto de Defesa de Meca, também conhecido como Pacto de Meca, em 7 de agosto. Trata-se de um acordo político-militar entre as três potências regionais. Embora o texto completo do acordo ainda não tenha sido publicado, ele especifica, entre outras coisas, que “qualquer ataque armado contra qualquer um dos três Estados será considerado um ataque contra todos eles”.

À primeira vista, o Pacto de Meca parece impressionante, envolvendo três potências regionais com diferentes pontos fortes. A Turquia, com uma população de 86 milhões de pessoas, possui um exército forte (o segundo maior da OTAN, atrás apenas dos Estados Unidos) e uma indústria de armamentos relativamente desenvolvida (incluindo drones armados potentes, como o TB-2 Bayraktar, e o avião de guerra stealth de quinta geração TAI TF Kaan). O Paquistão tem uma população de 242 milhões de pessoas e é o único país muçulmano que possui armas nucleares (cerca de 170 ogivas). A Arábia Saudita, o maior Estado árabe do Golfo, com 33 milhões de habitantes, é uma das maiores exportadoras mundiais de petróleo e gás — uma “superpotência energética” — e dispõe de enormes recursos financeiros.

Para compreender a relevância do Pacto de Meca, precisamos examinar o contexto de sua formação.

Contexto

O processo por trás do Pacto de Meca é caracterizado por três desenvolvimentos: a) o declínio dos EUA como potência hegemônica; b) o expansionismo desenfreado do Estado sionista, particularmente após 7 de outubro; e c) as consequências da Guerra do Irã. Os três fatores estão inter-relacionados.

O fator mais importante é o declínio do imperialismo dos EUA como potência hegemônica global. O declínio dos EUA — que ocorreu em paralelo à ascensão da China como nova potência imperialista — resultou em sua crescente incapacidade de resistir ao surgimento de rivais e de dominar aliados. A nova doutrina de política externa do governo Trump — delineada em seu documento de Estratégia de Segurança Nacional — reconhece esse declínio e conclui que Washington não deve mais tentar ser a potência hegemônica global, mas sim se concentrar em dominar plenamente o Hemisfério Ocidental.1

Uma consequência dessa nova doutrina de política externa tem sido a redução da prioridade dada ao Oriente Médio. Apesar de ser onde o imperialismo norte-americano travou a maioria de suas guerras desde 1991, o governo Trump sempre enfatizou seu desejo de reduzir sua presença militar nessa região-chave. Essa reorientação tem sido contestada de dentro da própria classe dominante, com setores significativos (principalmente aqueles intimamente ligados a Israel) se opondo a ela.

A derrota dos EUA e de Israel na guerra contra o Irã não foi tanto resultado do plano estratégico da Casa Branca, mas sim de fatores conjunturais — principalmente, o desejo desesperado de Trump de travar uma “guerra pequena e vitoriosa”, dada sua enorme impopularidade e as manipulações do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e do lobby sionista.2

O expansionismo desenfreado de Israel está relacionado ao declínio dos EUA. Os sionistas querem explorar a simpatia de que desfrutaram no establishment dos EUA após 7 de outubro para avançar sua posição no Oriente Médio. Eles também querem impedir a retirada de Washington do Oriente Médio, envolvendo-a em suas guerras locais de agressão.

No entanto, o fracasso em derrotar o Irã — na verdade, Teerã, que agora controla o Estreito de Ormuz, saiu fortalecida dessa guerra — abalou o prestígio de Washington globalmente, e particularmente no Oriente Médio. A retirada das tropas americanas da Síria e do Iraque (até setembro de 2026) e a provável redução das bases militares americanas nos países do Golfo (que foram duramente atingidos por mísseis e drones iranianos) prejudicarão ainda mais a posição dos EUA na região.3

A Guerra do Irã foi uma experiência que serviu de lição para os países árabes aliados dos EUA. Apesar de suas bases militares locais, de sua impressionante marinha e força aérea e de sua tecnologia militar superior, os EUA se mostraram incapazes de derrotar o Irã e até mesmo de defender os territórios de seus aliados. Esses acontecimentos levaram vários aliados árabes a buscar garantias adicionais de segurança e um acordo com o Irã.4

Da mesma forma, os regimes árabes pró-EUA estão cada vez mais preocupados com as guerras intermináveis de Israel, que estão desestabilizando a região. Os ataques incessantes de Israel contra palestinos, Líbano, Irã e Síria, seu ataque (fracassado) contra líderes do Hamas no Catar e seus projetos para expandir sua presença militar (por exemplo, na Somalilândia) garantem que a região seja um foco constante de conflitos.

Embora esses ditadores corruptos não se importem muito com o povo palestino ou com outras vítimas da agressão sionista, suas populações se importam. Elas desprezam os governantes árabes covardes que não ousam levantar um dedo sequer para apoiar aqueles que resistem ao monstro sionista-americano. Uma carta aberta assinada por centenas de figuras de destaque da Jordânia, exigindo a retirada das forças americanas da Jordânia, apesar da dura repressão do regime, é apenas o exemplo mais recente do sentimento das massas árabes.5

Os governantes árabes também estão preocupados com a ascensão do Irã como potência regional. Teerã demonstrou seu poder militar e conquistou enorme prestígio político entre as massas como um Estado que resistiu à agressão sionista-americana.

Por essas razões, os regimes árabes compreendem que as coisas não podem continuar como antes. Os EUA obviamente não estão mais em posição de garantir sua segurança territorial (muito menos sob o governo de Trump, que carece de qualquer capacidade de planejamento estratégico), conter Israel ou derrotar o Irã. Por isso, eles querem aumentar seu peso político e criar garantias adicionais de segurança, como o Pacto de Meca.

Os três signatários desejam que outros países se juntem a eles. A Turquia espera que o Egito — o país árabe mais populoso — adira ao pacto. No entanto, a Arábia Saudita se opôs a isso por enquanto, pois considera o Cairo muito próximo dos Emirados Árabes Unidos, que Riad vê como aliados de Israel e com os quais vem enfrentando tensões crescentes desde o ano passado (em relação à esfera de influência no Sudão, Iêmen, Somália etc.).

Motivos e problemas específicos

Quais são os motivos específicos e os fatores determinantes do Pacto de Meca? A Arábia Saudita certamente desempenhou um papel crucial nesse processo, pelas razões mencionadas acima. Ela busca desesperadamente garantias adicionais de segurança, pois sofreu diretamente as consequências da guerra com o Irã, que afetou enormemente as exportações de petróleo sauditas por meio do bloqueio do Estreito de Ormuz e de ataques à infraestrutura. O produto interno bruto real do país caiu 4,8% no segundo trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Embora Riad pareça ter encontrado um modus vivendi com o Irã por enquanto, reabriu o conflito com os houthis (oficialmente Ansar Allah) no Iêmen.6

O governo Trump tentou recentemente apaziguar a Arábia Saudita oferecendo um acordo para o uso civil da energia nuclear. No entanto, essa oferta veio acompanhada da condição de que Riad assinasse os Acordos de Abraão — ou seja, estabelecesse relações diplomáticas oficiais com Israel. Mas o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman está plenamente ciente de que tal medida seria extremamente impopular entre seu povo e poderia colocar em risco sua ditadura. Por isso, ele rejeitou a exigência de Washington e o acordo fracassou (pelo menos por enquanto).

Bin Salman espera que o Pacto de Meca tenha um efeito dissuasivo contra futuros ataques israelenses ou iranianos. Ele também espera apoio de seus aliados no conflito com os houthis.

A Turquia foi menos afetada pela Guerra do Irã e desempenhou um papel proativo na limitação da agressão sionista-americana. O presidente dos EUA afirmou publicamente no final de junho que o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, havia considerado entrar no conflito ao lado do Irã, mas acabou se abstendo depois que Trump o instou a ficar de fora:

Sabe, ele era um dos principais candidatos a entrar na guerra contra o Irã, talvez até mesmo ao lado do Irã, porque ele não é um grande fã de Israel, como você sabe. Pedi que ele ficasse de fora, e ele ficou de fora.

O motivo foi que Israel havia pressionado pela participação militar de milícias curdas na guerra dos EUA e dos sionistas contra o Irã. Se tal ataque contra o Irã tivesse sido bem-sucedido, provavelmente teria resultado na fragmentação do Irã e na criação de uma entidade curda (semi-)independente sob a proteção dos EUA e de Israel. Isso, por sua vez, poderia ter tido consequências enormes para as forças curdas na Síria e na Turquia. De acordo com a emissora pública israelense Kan, a Turquia ameaçou fornecer apoio aéreo ao Irã caso as forças curdas invadissem o país como parte das operações terrestres da Mossad.7

A Turquia se sente cada vez mais ameaçada pela política expansionista do “Grande Israel” de Netanyahu. Um número crescente de autoridades e figuras públicas israelenses chama a Turquia de “o novo Irã” e a considera uma grande ameaça à segurança de Israel. Isso não é de se surpreender, já que a Turquia é um inimigo “natural” de Israel, por ser um forte Estado muçulmano e, como tal, inevitavelmente entra na mira do monstro sionista. Isso se torna ainda mais evidente porque: a) Erdoğan expressou publicamente solidariedade ao Hamas e denunciou as guerras de agressão de Israel (embora tenha sido mais lento e inconsistente ao aderir ao boicote econômico ao Estado sionista); e b) Ancara está estreitamente alinhada com o governo de Al-Sharaa na Síria, onde os sionistas ocupam território no sul.

A Turquia está interessada no Pacto de Meca porque ele ajudaria a expandir sua influência política no Oriente Médio. Ancara espera que a nova aliança também proporcione à sua indústria de armas um mercado ampliado. Em suma, pode-se dizer que a Turquia é o elo mais forte da nova aliança.

Em contrapartida, o Paquistão é provavelmente o elo mais fraco, apesar de ser o maior dos três em termos de população e a única potência nuclear. Ao mesmo tempo, é também o Estado mais “desesperado” da aliança. O Paquistão é o mais pobre dos três países, com muitos de seus cidadãos trabalhando como mão de obra migrante nos países do Golfo. O país é assolado por enormes divisões sociais, políticas e étnicas, incluindo guerras civis em duas províncias (Baluchistão e Khyber Pakhtunkhwa).

Por si só, o Paquistão não tem interesse em intervir na política do Oriente Médio. Ele deseja que seus migrantes continuem trabalhando na região para que possam enviar remessas para casa. O Paquistão também deseja relações estáveis em sua fronteira ocidental com o Irã. É por isso que quer que a guerra no Irã termine o mais rápido possível. Suas principais motivações para aderir ao pacto são: a) a necessidade de novos empréstimos (da Arábia Saudita) e b) a esperança de receber apoio desses novos parceiros em relação aos seus próprios conflitos com a Índia,8 o Afeganistão e o Tehrik-e-Taliban Paquistão (TTP).9

O impacto do Pacto de Meca

No curto prazo, o Pacto de Meca provavelmente não terá grande impacto militar. Não é por acaso que o texto diz que qualquer ataque armado “deverá” ser considerado um ataque a todos os três países, em vez de “deve”. Isso significa que os Estados signatários não são obrigados a intervir em um conflito caso um aliado esteja envolvido.

É difícil imaginar — pelo menos no futuro previsível — que a Turquia, que mantém relações estáveis com o vizinho Irã, se junte a uma guerra entre Teerã e Riad. O mesmo provavelmente se aplica ao Paquistão, que não gostaria de arriscar suas relações com o Irã. Da mesma forma, é quase impossível que a Arábia Saudita e a Turquia se juntem a uma guerra ao lado do Paquistão contra a Índia (que possui armas nucleares).

É mais provável, no entanto, que os signatários possam se envolver em um conflito contra um adversário menor e mais fraco — por exemplo, apoiando o Paquistão contra o Afeganistão ou o TTP, ou apoiando a Arábia Saudita contra os houthis. No entanto, mesmo isso parece irrealista, pelo menos por enquanto. É revelador que, quando os houthis bombardearam infraestruturas sauditas apenas um dia após o anúncio do Pacto de Meca, tanto o Paquistão quanto a Turquia permaneceram em silêncio e não demonstraram interesse em se juntar ativamente ao conflito.

O Pacto de Meca, pelo menos por enquanto, parece ser principalmente uma aliança política entre três grandes potências muçulmanas sunitas. Não se trata de uma aliança anti-EUA, já que os países continuam sendo aliados de Washington. No entanto, também não faz parte do plano do governo Trump, apesar de sua declaração favorável no Social Truth, saudando o pacto de defesa “grande e ousado”.10 Não se deve dar muita atenção a tais mensagens, que aparecem entre declarações sobre tornar o Estreito de Ormuz “território americano” e suas relações estreitas com o ditador norte-coreano Kim Jong Un. Independentemente das postagens de Trump nas redes sociais, fica claro que, para a Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão, a relevância de sua aliança com os EUA está diminuindo.

Além disso, essa aliança representa um duro golpe político para Israel. O plano de Trump, após a semi-retirada dos EUA da região, é construir uma ordem regional baseada na expansão dos Acordos de Abraão — essencialmente uma ordem pró-EUA sob liderança sionista. Em vez de se orientarem para Israel, os Estados árabes buscam construir alianças entre si e, talvez no futuro, com a China e a Rússia.

Embora a aliança possa não ter muita relevância militar hoje, isso pode mudar no futuro. Se os EUA fecharem, ou reduzirem drasticamente, suas bases militares nos países do Golfo; se se concentrarem mais em conflitos em outras regiões; se Israel continuar travando uma guerra após a outra e ocupando países vizinhos; se o Irã continuar se consolidando como potência regional; se os atuais conflitos no Irã, no Líbano, no Iêmen etc. se transformarem em uma guerra regional em grande escala — todos esses desdobramentos poderiam resultar na expansão e no aprofundamento do Pacto de Meca, transformando-o em uma aliança militar mais eficaz.

Em suma, o verdadeiro significado do Pacto de Meca não reside no que ele é hoje, mas no que ele reflete e no que poderá se tornar no futuro.

Notas

  1. Para uma análise mais aprofundada da nova doutrina de política externa dos EUA, consulte o artigo de Michael Pröbsting: Trump e a crise política do imperialismo europeu. Sobre as contradições internas e os desafios da classe dominante europeia diante da nova doutrina de política externa de Trump, a posição oportunista do reformismo de esquerda e as tarefas dos socialistas, 28 de janeiro de 2026, https://www.thecommunists.net/theory/trump-and-the-political-crisis-of-european-imperialism/; A Doutrina Donroe de Trump e suas consequências para a Venezuela, a América Latina e o mundo – Parte 1 https://www.thecommunists.net/worldwide/latin-america/trump-s-assault-on-venezuela-and-his-plan-to-recolonise-latin-america/e Parte 2 https:// www.thecommunists.net/worldwide/latin-america/trump-s-assault-on-venezuela-and-his-plan-to-recolonise-latin-america/#anker_3); Uma confirmação oficial de que os EUA não são mais a potência hegemônica global. A nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump traça uma estratégia para o imperialismo dos EUA em um mundo multipolar, 11 de dezembro de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/global/an-official-confirmation-that-the-u-s-is-no-longer-the-global-hegemon/; Uma grande mudança na doutrina de política externa de Washington. A versão preliminar da mais recente Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono reflete o dramático declínio do imperialismo norte-americano, 10 de setembro de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/global/a-major-shift-in-washington-s-foreign-policy-doctrine/. ↩︎
  2. Veja Michael Pröbsting: O que diferencia a guerra dos Estados Unidos contra o Irã das guerras anteriores desde 1945? Notas sobre o ataque aventureiro de Trump, que contrasta com a estratégia de Washington, 5 de março de 2026, https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/what-makes-america-s-war-against-iran-different-from-its-past-wars-since-1945/ ↩︎
  3. Sobre o desfecho da Guerra do Irã, consulte: RCIT, “O Irã humilha o monstro americano-sionista! O Memorando de Entendimento para pôr fim à Guerra do Irã representa uma derrota estratégica para os EUA e Israel”, 15 de junho de 2026, https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/the-memorandum-of-understanding-iran-humiliates-the-american-zionist-monster/; Michael Pröbsting, Guerra do Irã: as lições do acordo de cessar-fogo, 18 de junho de 2026, https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/iran-war-the-lessons-of-the-ceasefire-deal/; Michael Pröbsting, Um recomeço da guerra no Irã? Sobre as causas, contradições e perspectivas da nova escalada militar no Oriente Médio, 15 de julho de 2026, https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/a-renewal-of-the-iran-war; Yossi Schwartz, Três mentirosos na Casa Branca estão tentando convencer o mundo de que o fracasso dos Estados Unidos é, na verdade, uma grande vitória, 25 de junho de 2026, https://the-isleague.com/three-liars-in-the-white-house-are-trying-to-convince-the-world-that-the-failure-of-the-united-states-is-in-fact-a-huge-victory/. ↩︎
  4. Sobre a Guerra do Irã de 2026, consulte https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/compilation-of-articles-on-the-iran-war-2026/. ↩︎
  5. New York Times, “Raro desafio dos jordanianos aos seus líderes: digam aos EUA para irem embora”, 29 de julho de 2026, https://www.nytimes.com/2026/07/29/world/middleeast/jordan-us-military-iran-war.html ↩︎
  6. RCIT, Iêmen se junta à guerra contra o monstro americano-sionista. Houthis anunciam bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita no Estreito de Bab el-Mandeb, 21 de julho de 2026, https://www.thecommunists.net/worldwide/africa-and-middle-east/yemen-joins-the-war-against-the-american-zionist-monster/ ↩︎
  7. Al-Monitor, Iran’s Araghchi reveals Turkey’s role in thwarting Kurdish offensive, 20 July 2026, https://www.al-monitor.com/originals/2026/07/irans-araghchi-reveals-turkeys-role-thwarting-kurdish-offensive  ↩︎
  8. Ver RCIT, Não ao belicismo reacionário entre a Índia e o Paquistão! Solidariedade com a luta de libertação nacional do povo da Caxemira! 24 de abril de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/asia/no-to-the-reactionary-warmongering-between-india-and-pakistan/; Michael Pröbsting, Algumas reflexões sobre o mais recente conflito militar entre a Índia e o Paquistão, 13 de maio de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/asia/some-insights-from-the-latest-military-conflict-between-india-and-pakistan/ ↩︎
  9. Ver RCIT, Abaixo a agressão do Paquistão contra o Afeganistão! Apoiem o direito à autodeterminação nacional de todos os povos oprimidos pelo Estado paquistanês! 13 de outubro de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/asia/down-with-pakistan-s-aggression-against-afghanistan/; Sayyed Khan, Tambores de guerra no Sul da Ásia. Não à guerra reacionária entre Índia e Paquistão! Defendam o Afeganistão contra a agressão de Islamabad! 11 de novembro de 2025, https://www.thecommunists.net/worldwide/asia/war-drums-in-south-asia/ ↩︎
  10. The New Arab, Trump saúda pacto de defesa “grande e ousado” entre Arábia Saudita, Turquia e Paquistão, 17 de agosto de 2026, https://www.newarab.com/news/trump-welcomes-defene-pact-between-saudi-turkey-and-pakistan ↩︎

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